
«Os multitaskers frequentes tinham um pior desempenho porque tinham mais dificuldades a organizar os pensamentos e a filtrar informação irrelevante, e eram mais lentos a mudar de uma tarefa para outra», segundo um estudo da Stanford University.
Já um outro estudo da Universidade de Londres mostra que, refere a Forbes, «os participantes que fizeram multitasking em tarefas ao nível cognitivo that mostraram diminuições de QI semelhantes àquelas que se esperam quando se consome marijuana ou quando se está acordado toda a noite».
Ao nível do cérebro, os efeitos são piores. Um estudo da Universidade de Sussex mostra que «as pessoas que mais fazem multitasking têm menor densidade cerebral no córtex cingulado anterior, a região responsável pela empatia tal como pelo controlo cognitivo e emocional», lê-se na Forbes.
in HR Portugal, 10.10.2014
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